Obviamente o quadro não está em escala, nem tenta alinhar o Norte com as bordas verticais. A única referência mais dura é a altitude, anotada em verde em alguns pontos estratégicos (passagens de nível, túneis etc).

O segundo quadro inverte o ponto de vista: a ferrovia é uma linha reta e as estradinhas de terra é que se contorcem em torno. Serviria a um maquinista de trem.

Apesar de menos fiel à coisa real, o segundo quadro corresponde à impressão que se tem quando percorremos a via férrea (por exemplo, no passeio de maria-fumaça): o trilho "vai reto" e as estradas é que ficam dando voltas loucas.
Ambas as imagens têm tamanho aproximado A4 com 300dpi de resolução.